
Não quis, não se permitiu acabar ali, por ninguém, se tivesse que seguir seria por si só, e sozinha como sempre foi e continuará sendo, pois não consegue e não há mais paciência dentro de si para tentar caminhar junto. Sua ideia sempre foi traçar seu próprio rumo, sem opiniões ou objeções, sempre foi destemida e independente o suficiente para não precisar de ninguém. Dizia não temer, mas o seu maior medo era o que ela dizia ser sua maior qualidade, não precisar de ninguém. Temia algum dia se deparar gostando, gostando tanto a ponto de depender e talvez era por isso que não se deixava gostar,
afastava todos de perto de si. Medo.







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